Segundo volume da revista Wiráhu é lançado no Maranhão

A sistematização se refere às experiências práticas e concretas, vitais e carregadas de uma enorme riqueza acumulada: elementos, valores e crenças. É um exercício de aprendizagem, que produz novo conhecimento. Sistematizar possibilita uma compreensão mais profunda das experiências realizadas. Permite

A burocracia que azeda nossa alimentação

Agricultores e organizações se unem para, junto ao governo, desburocratizar a regularização sanitária de alimentos da agricultura familiar e garantir o direito de escolha para a população.   Nunca foi fácil o acesso democratizado ao mercado de produtos vindos da

Grupos de mulheres protagonizam beneficiamento do babaçu no Maranhão

O papel da mulher na agricultura familiar fica cada vez mais visível. São elas que protagonizam o desenvolvimento ao redor de casa, promovendo a segurança alimentar, garantindo novas fontes de geração de renda e oportunizando a experimentação de diferentes atividades

Desmatamento no Cerrado cai, mas ainda preocupa

Dados do PRODES Cerrado mostram que a taxa de desmatamento no Bioma teve redução de 11%, no entanto é equivalente a cinco vezes a cidade do Rio de Janeiro Por assessoria de comunicação da Rede Cerrado O Cerrado perdeu 6.657

Reconhecer e Proteger Práticas de Uso Comum dos Territórios

Criar estratégias para proteção dos territórios de povos e comunidades tradicionais e o reconhecimento de seus modos de vida foram o foco de debates em Brasília nos dias 12 e 13 de novembro Elaborar estratégias para uma incidência jurídico-política de

A volta de Chico Mendes: a sabedoria de gerações

Após 30 anos da partida de uma das lideranças mais importantes para a proteção socioambiental, antigas e novas gerações se encontram em Brasília para fortalecerem ações futuras e coletivas. Seringueiros, agricultores, geraizeiros, indígenas e tantos outros povos e comunidades tradicionais

Raimunda do Coco, uma memória coletiva

O que faz alguém ser memória coletiva? Talvez a resposta esteja na trajetória da quebradeira de coco Raimunda Gomes da Silva, que faleceu ontem, aos 78 anos. Conhecida como Raimunda do Coco, sua história se traduz na luta pelos direitos