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	<title>Arquivos poconé - ISPN - Instituto Sociedade, População e Natureza</title>
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		<title>Agroextrativistas contribuem com conservação do baru</title>
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		<dc:creator><![CDATA[camila@ispn.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jun 2023 18:19:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>
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					<description><![CDATA[Comunidades tradicionais e quilombolas da Baixada Cuiabana (MT) coletam e beneficiam fruto do baruzeiro, um tipo de amêndoa comestível e muito nutritiva É entre julho e outubro que os frutos do baruzeiro &#8211; árvore ameaçada pela exploração predatória de madeira no Cerrado &#8211; caem aos milhares no solo. Uma árvore adulta pode produzir cerca de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><i>Comunidades tradicionais e quilombolas da Baixada Cuiabana (MT) coletam e beneficiam fruto do baruzeiro, um tipo de amêndoa comestível e muito nutritiva</i></p>
<figure id="attachment_19920" aria-describedby="caption-attachment-19920" style="width: 2560px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-19920 size-full" src="https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/04/Camila-Araujo-Baru-WEB-0041-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="1707" srcset="https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/04/Camila-Araujo-Baru-WEB-0041-scaled.jpg 2048w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/04/Camila-Araujo-Baru-WEB-0041-300x200.jpg 300w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/04/Camila-Araujo-Baru-WEB-0041-1024x683.jpg 1024w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/04/Camila-Araujo-Baru-WEB-0041-768x512.jpg 768w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/04/Camila-Araujo-Baru-WEB-0041-1536x1024.jpg 1536w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /><figcaption id="caption-attachment-19920" class="wp-caption-text">Comunidades tradicionais apoiadas pelo PPP-ECOS, do ISPN, fazem a coleta e o beneficiamento do baru (Foto: Acervo ISPN/Camila Araujo)</figcaption></figure>
<p>É entre julho e outubro que os frutos do baruzeiro &#8211; árvore ameaçada pela exploração predatória de madeira no Cerrado &#8211; caem aos milhares no solo. Uma árvore adulta pode produzir cerca de 1.500 frutos por ano, de acordo com dados da Embrapa. E na Baixada Cuiabana, localizada no entorno da capital de Mato Grosso, comunidades quilombolas e agricultores familiares fazem a coleta desse tipo de amêndoa brasileira comestível e muito nutritiva, para depois comercializá-las. Tudo com muito cuidado e respeito à natureza.</p>
<p>Normely de Barros, 44 anos, coletora de baru, ou cumbaru, como é conhecido na região, conta que começou a coletar o fruto há cerca de três anos, com apoio técnico da Associação de Produtores Rurais Nossa Senhora de Lurdes, à qual ela é associada.</p>
<p>“Antes a gente não fazia nada com o baru. Aí o presidente da Associação explicou como era o trabalho, fez paçoquinha com a castanha e incentivou toda a comunidade”, disse a agricultora familiar, destacando que já chegou a juntar R$600,00 em uma única coleta no seu quintal.</p>
<p>O relato é o mesmo feito por Miguelina de Oliveira Campos, moradora da comunidade rural São Manoel do Pari, no município vizinho de Nossa Senhora do Livramento: “um fruto que a gente não usava e perdia, apesar de ser muito saudável”.</p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/mjCxMGWfK7I" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Simão de Almeida, presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Nossa Senhora do Livramento, afirma que “no passado, os pais da gente sempre falavam que o cumbaru dava ferida”, mas que após tomar conhecimento, “hoje o cumbaru tem grande utilidade para as famílias e os trabalhadores rurais, e é uma fonte de renda”. Se antes o fruto se perdia no mato, atualmente ele vem sendo valorizado.</p>
<figure id="attachment_19928" aria-describedby="caption-attachment-19928" style="width: 2560px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-19928 size-full" src="https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/04/Camila-Araujo-Baru-WEB-0021-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="1707" srcset="https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/04/Camila-Araujo-Baru-WEB-0021-scaled.jpg 2048w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/04/Camila-Araujo-Baru-WEB-0021-300x200.jpg 300w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/04/Camila-Araujo-Baru-WEB-0021-1024x683.jpg 1024w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/04/Camila-Araujo-Baru-WEB-0021-768x512.jpg 768w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/04/Camila-Araujo-Baru-WEB-0021-1536x1024.jpg 1536w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /><figcaption id="caption-attachment-19928" class="wp-caption-text">Seu Simão é um dos responsáveis pela articulação da cadeira do baru (Foto: Acervo ISPN/Camila Araujo)</figcaption></figure>
<p>Isso demonstra que estimular as cadeias da sociobiodiversidade gera renda às comunidades. É também uma oportunidade econômica para manter a Associação ativa e produtiva, com benefícios especialmente para as mulheres.</p>
<p>De acordo com a Cooperativa Central da Agricultura Familiar da Baixada Cuiabana, na região de Poconé, a 105 km de Cuiabá, as mulheres correspondem a quase 70% das pessoas que coletam o baru na localidade. E até mesmo após a safra, as trabalhadoras podem ter renda, já que se bem armazenados os frutos duram até dois anos.</p>
<p>Com sede na comunidade Zé Alves,  a cooperativa é gerenciada pela família Ponce. Junto com o sindicato, que tem sido linha de frente na articulação da cadeia produtiva do baru na região da capital mato-grossense, dialogam com os agricultores familiares do entorno e, a partir deste contato, incentivam a coleta dos frutos nos quintais de suas casas.</p>
<p>“Meu papel é articular a colheita do cumbaru com trabalhadores rurais e dizer a importância que tem o cumbaru, tanto o fruto como a árvore”, explica Simão.</p>
<p>Cada quilo coletado é vendido por R$0,50. Logo após, o baru é distribuído entre as pessoas que irão quebrá-los, para a obtenção da amêndoa. A quebra do baru é feita em uma máquina, de uso manual, que possibilita quebrar a dura casca que envolve a amêndoa. As quebradeiras da castanha de baru recebem R$13,00 pelo quilo da castanha, que será estocada e posteriormente vendida por R$32,00 para armazéns e lojas especializadas em produtos da sociobiodiversidade.</p>
<p><b>Agroextrativismo e conservação dos biomas</b></p>
<p>A coleta e beneficiamento do baru em Mato Grosso é um exemplo de agroextrativismo, atividade normalmente desenvolvida por povos e comunidades tradicionais e agricultores familiares que, com suas práticas sustentáveis de uso dos recursos naturais, acabam sendo fundamentais na conservação dos biomas brasileiros. Essas práticas advêm de conhecimentos milenares que contribuem para a manutenção da cultura desses povos em seus territórios.</p>
<p>A engenheira florestal Terena Castro, assessora técnica do Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN), explica que o agroextrativismo ocorre aliado à observação da natureza e ao respeito do ciclo produtivo e reprodutivo das árvores. “Assim, a extração do baru pelas comunidades não compromete a reprodução da espécie, possibilitando tanto a sobrevivência das mesmas como também a continuidade da atividade econômica pela comunidade”, destaca.</p>
<p>O sindicalista Simão vai na mesma linha e comenta que com a valorização do baru, as árvores de baruzeiro estão sendo conservadas. “Não estão mais sendo cortadas e na verdade novas árvores estão sendo plantandas”. Além disso, ele destaca que a árvore do cumbaru não afeta as plantações nas lavouras já que tudo que é plantado embaixo dela “vinga”. Ouça a explicação no áudio abaixo:</p>
<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-19915-1" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/04/Simao.m4a?_=1" /><a href="https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/04/Simao.m4a">https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/04/Simao.m4a</a></audio>
<p>Terena conclui que esse processo é uma via de mão dupla: &#8220;a natureza deve se manter sadia e equilibrada para que a atividade agroextrativista continue a existir”.</p>
<p>Outro fator apontado pela assessora é que a atividade de coleta do baru gera engajamento comunitário, com homens, mulheres, crianças e anciões envolvidos no agroextrativismo da castanha. “Contribui para a manutenção das famílias no campo e desperta interesse da juventude pela atividade”, conclui. Por isso, defender os coletores de baru é defender o Cerrado.</p>
<p><b>Baru: nutrição e usos variados </b></p>
<p>A semente do baru tem se consagrado no gosto popular e no mercado pelo seu sabor suave e alto valor nutritivo. A Embrapa aponta que tanto a polpa quanto a semente são ricas em calorias e sais minerais e que em diversas receitas funciona como substituta do amendoim, castanha de caju ou nozes.</p>
<p>É possível consumi-la de diversas formas: torrada, triturada em meio a doces como bombons, paçoquinha e rapadura. Para a indústria de cosméticos, há também a possibilidade de extração do óleo da semente.</p>
<p>Na comunidade Zé Alves, onde fica a sede da Associação de Produtores Rurais Nossa Senhora de Lurdes, a família Ponce, que já tem tradição na produção da rapadura, agora produz “rapadurinhas” com castanha de baru triturada no meio, uma forma de ampliar a oferta sem deixar de lado a tradição do doce à base de cana de açúcar.</p>
<p>Terena Castro, do ISPN, lembra ainda que os resíduos gerados a partir da quebra do fruto podem ser utilizados para diversos fins, desde alimentação para gado, insumos para jardinagem, artesanato e até como carvão vegetal.</p>
<p><b>Consumo e demanda</b></p>
<p>Com a expectativa de aumento do consumo do fruto beneficiado, comunidades, pesquisadores e organizações da sociedade civil preocupam-se com a segurança de todos os elos da cadeia produtiva. A coordenadora da Rede de Comunidades Tradicionais Pantaneiras e presidente do Conselho Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais, Cláudia de Pinho, destaca a necessidade de estruturação da cadeia produtiva do baru, para que haja respeito à natureza e aos trabalhadores e trabalhadoras.</p>
<p>&#8220;Até o momento as atividades de coleta e quebra do baru têm gerado impactos positivos no território, sobretudo para as mulheres. Mas é preciso que haja cuidado na estruturação desta cadeia e com as comunidades que convivem com o fruto. Aaté chegar no processo do consumo, outras etapas se desenrolam no chão do Cerrado&#8221;, afirma.</p>
<figure id="attachment_19924" aria-describedby="caption-attachment-19924" style="width: 2560px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-19924 size-full" src="https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/04/Camila-Araujo-Baru-WEB-0070-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="1707" srcset="https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/04/Camila-Araujo-Baru-WEB-0070-scaled.jpg 2048w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/04/Camila-Araujo-Baru-WEB-0070-300x200.jpg 300w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/04/Camila-Araujo-Baru-WEB-0070-1024x683.jpg 1024w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/04/Camila-Araujo-Baru-WEB-0070-768x512.jpg 768w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/04/Camila-Araujo-Baru-WEB-0070-1536x1024.jpg 1536w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /><figcaption id="caption-attachment-19924" class="wp-caption-text">Cooperativa produz rapadura com baru torrado (Foto: Acervo ISPN/Camila Araujo)</figcaption></figure>
<p>O consumo dos produtos da sociobiodiversidade também pode ser impulsionado por políticas públicas. Um dos públicos-alvos pretendido para a venda das “rapadurinhas” são os estudantes das escolas públicas municipais, a partir da venda para o Programa Nacional de Alimentação Escolar. Além de ser um produto que as crianças gostam, tem seu valor nutricional aumentado com o acréscimo do baru.</p>
<p><b>Fortalecer a cadeia produtiva</b></p>
<p>A Associação de Produtores Rurais Nossa Senhora de Lurdes e a Cooperativa Central da Agricultura Familiar da Baixada Cuiabana são organizações beneficiárias do Fundo PPP-ECOS por meio de um edital, lançado em 2021, de ajuda emergencial no contexto da pandemia de Covid-19.</p>
<figure id="attachment_19926" aria-describedby="caption-attachment-19926" style="width: 2560px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-19926 size-full" src="https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/04/Camila-Araujo-Baru-WEB-0090-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="1707" srcset="https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/04/Camila-Araujo-Baru-WEB-0090-scaled.jpg 2048w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/04/Camila-Araujo-Baru-WEB-0090-300x200.jpg 300w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/04/Camila-Araujo-Baru-WEB-0090-1024x683.jpg 1024w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/04/Camila-Araujo-Baru-WEB-0090-768x512.jpg 768w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/04/Camila-Araujo-Baru-WEB-0090-1536x1024.jpg 1536w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /><figcaption id="caption-attachment-19926" class="wp-caption-text">Rótulo, embalagens e seladora foram itens adquiridos com apoio PPP-ECOS (Foto: Acervo ISPN/Camila Araujo)</figcaption></figure>
<p>Os dois projetos preveem ações para fortalecer a cadeia produtiva do baru, desde a coleta até a comercialização. Até o momento, uma oficina sobre boas práticas da coleta do fruto e quebra para obtenção da amêndoa, bem como sobre opções para comercialização, foi realizada e contou com a presença de cerca de 30 lideranças das comunidades tradicionais da região.</p>
<p>O Fundo também viabilizou a aquisição de dez máquinas para o corte manual do fruto e para realizar a extração da amêndoa. Com o recurso também já foi possível comprar equipamentos para complementar a cozinha comunitária e beneficiar a amêndoa, tais como torrador, liquidificador, formas para confecção das rapaduras, embalagens, rótulos e uma máquina seladora. O próximo passo será a inserção dos produtos no mercado local e institucional.</p>
<p><b>Sobre  o PPP-ECOS </b></p>
<p>O <b>PPP-ECOS</b> é uma estratégia do ISPN para promover Paisagens Produtivas Ecossociais, por meio de quatro pilares: acesso a recursos, articulação política, protagonismo comunitário e gestão do conhecimento.</p>
<p>A iniciativa já apoiou mais de 890 projetos no Cerrado, na Caatinga e na Amazônia.</p>
<p>Conheça mais sobre a estratégia clicando <a href="https://ispn.org.br/ppp-ecos-promocao-de-paisagens-produtivas-ecossociais/">aqui</a>.</p>
<p>&#8211;</p>
<p>Quer saber mais sobre o baru e outras espécies do <strong>Cerrado</strong> e da <strong>Caatinga</strong>? Acesse o <strong><a href="http://www.cerratinga.org.br">Cerratinga</a></strong>.</p>
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