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	<title>Arquivos plantas medicinais - ISPN - Instituto Sociedade, População e Natureza</title>
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		<title>Conhecimento tradicional sobre plantas medicinais resiste na juventude kalunga</title>
		<link>https://ispn.org.br/noticia/conhecimento-tradicional-sobre-plantas-medicinais-resiste-na-juventude-kalunga/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[camila@ispn.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Jul 2023 12:52:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>
		<category><![CDATA[buriti]]></category>
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					<description><![CDATA[Pesquisa apoiada pelo ISPN reuniu jovens e anciãos da comunidade do Engenho II, em Cavalcante (GO) e resultou em livro inédito Dona Luzia Francisco Conceição diz que não há nada melhor que assa-peixe para limpar o pulmão e tratar pneumonia, e dona Elias José Fernandes concorda: “é tão bom para o pulmão que corrói tudo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><i>Pesquisa apoiada pelo ISPN reuniu jovens e anciãos da comunidade do Engenho II, em Cavalcante (GO) e resultou em livro inédito</i></p>
<p>Dona Luzia Francisco Conceição diz que não há nada melhor que assa-peixe para limpar o pulmão e tratar pneumonia, e dona Elias José Fernandes concorda: “é tão bom para o pulmão que corrói tudo que tiver podre por dentro”. Para José dos Santos Rosa, o seu Zé Preto, chá só é chá se for feito com essa planta do Cerrado.</p>
<p>Getúlia Moreira da Silva, por sua vez, ensina receita. Ela pega um ramo da folha e bota para ferver junto com leite de gergelim torrado. “Bom para tosse e para expectorar.” Cada parte da planta tem uma utilidade. Desde a folha até a raiz.</p>
<p>O mesmo vale para o buriti, o jatobá, a sucupira branca… Do buriti, por exemplo, é possível extrair um óleo que é bom para dores, como ensina seu Alvino Cesário de Torres. A raiz da palmeira na garrafada é boa para curar doenças infecciosas do corpo. Já a seiva, extraída na lua cheia, é boa para colesterol, nervo inflamado e anemia.</p>
<figure id="attachment_20654" aria-describedby="caption-attachment-20654" style="width: 2048px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-20654 size-full" src="https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/07/Kalunga-Fernando-Tatagiba-WEB-6-1-scaled.jpg" alt="" width="2048" height="1366" srcset="https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/07/Kalunga-Fernando-Tatagiba-WEB-6-1-scaled.jpg 2048w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/07/Kalunga-Fernando-Tatagiba-WEB-6-1-300x200.jpg 300w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/07/Kalunga-Fernando-Tatagiba-WEB-6-1-1024x683.jpg 1024w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/07/Kalunga-Fernando-Tatagiba-WEB-6-1-768x512.jpg 768w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/07/Kalunga-Fernando-Tatagiba-WEB-6-1-1536x1024.jpg 1536w" sizes="(max-width: 2048px) 100vw, 2048px" /><figcaption id="caption-attachment-20654" class="wp-caption-text">No território Kalunga Engenho II, os anciãos transmitem conhecimentos sobre plantas medicinais para a juventude (Foto: Acervo ISPN/Fernando Tatagiba)</figcaption></figure>
<p>Transmitido por Luzia, Elias, Zé Preto, Getúlia, Alvino e outros 11 raizeiros do território Kalunga, a partir de entrevistas feitas por jovens da comunidade, esse conhecimento compõe a Farmacopeia Kalunga. Ele foi sistematizado no livro “As Plantas Medicinais dos Kalunga”, desenvolvido pelo projeto “Saberes e fazeres ancestrais do povo Kalunga sobre plantas medicinais nativas e cultivadas da Associação Kalunga Comunitária do Engenho II”.</p>
<p>O projeto foi selecionado por um edital TICCAS, com apoio do fundo para a Promoção de Paisagens Produtivas Ecossociais (PPP-ECOS), financiamento do Ministério do Meio Ambiente, Conservação da Natureza e Segurança Nuclear (BMU) e parceria do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).</p>
<p>O livro foi lançado na comunidade quilombola Engenho II, do território Kalunga no município de Cavalcante, em Goiás, no dia 24 de junho, e é o primeiro registro oficial desse conhecimento.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-20636 size-full" src="https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/07/Kalunga-Fernando-Tatagiba-WEB-19-scaled.jpg" alt="" width="2048" height="1365" srcset="https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/07/Kalunga-Fernando-Tatagiba-WEB-19-scaled.jpg 2048w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/07/Kalunga-Fernando-Tatagiba-WEB-19-300x200.jpg 300w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/07/Kalunga-Fernando-Tatagiba-WEB-19-1024x683.jpg 1024w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/07/Kalunga-Fernando-Tatagiba-WEB-19-768x512.jpg 768w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/07/Kalunga-Fernando-Tatagiba-WEB-19-1536x1024.jpg 1536w" sizes="(max-width: 2048px) 100vw, 2048px" /></p>
<figure id="attachment_20638" aria-describedby="caption-attachment-20638" style="width: 1024px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="wp-image-20638 size-large" src="https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/07/Kalunga-Fernando-Tatagiba-WEB-22-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" srcset="https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/07/Kalunga-Fernando-Tatagiba-WEB-22-1024x683.jpg 1024w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/07/Kalunga-Fernando-Tatagiba-WEB-22-300x200.jpg 300w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/07/Kalunga-Fernando-Tatagiba-WEB-22-768x512.jpg 768w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/07/Kalunga-Fernando-Tatagiba-WEB-22-1536x1024.jpg 1536w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/07/Kalunga-Fernando-Tatagiba-WEB-22-scaled.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-20638" class="wp-caption-text">Lançamento do livro &#8220;As Plantas Medicinais dos Kalunga&#8221; (Foto: Acervo ISPN/Fernando Tatagiba)</figcaption></figure>
<p>Os autores e as autoras receberam uma quantidade deste material que poderá ser vendido para gerar renda e retorno financeiro aos envolvidos. Também irá disseminar os conhecimentos sistematizados para fora da comunidade.</p>
<p>Para Isabel Figueiredo, coordenadora do Programa Cerrado e Caatinga, do ISPN, o destaque do projeto é “quanto uma atividade simples, como foi a entrevista dos jovens com anciãos, tem um grande poder de valorizar a cultura local e tradicional&#8221;.</p>
<p>A coordenadora afirma ainda que se trata de “um trabalho que fortalece o território e promove a continuidade dos modos de vida ali dentro”.</p>
<figure id="attachment_20640" aria-describedby="caption-attachment-20640" style="width: 2048px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-20640 size-full" src="https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/07/Kalunga-Fernando-Tatagiba-WEB-27-scaled.jpg" alt="" width="2048" height="1366" srcset="https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/07/Kalunga-Fernando-Tatagiba-WEB-27-scaled.jpg 2048w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/07/Kalunga-Fernando-Tatagiba-WEB-27-300x200.jpg 300w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/07/Kalunga-Fernando-Tatagiba-WEB-27-1024x683.jpg 1024w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/07/Kalunga-Fernando-Tatagiba-WEB-27-768x512.jpg 768w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/07/Kalunga-Fernando-Tatagiba-WEB-27-1536x1024.jpg 1536w" sizes="(max-width: 2048px) 100vw, 2048px" /><figcaption id="caption-attachment-20640" class="wp-caption-text">Comunidade se reuniu no dia 24 de junho para o lançamento do livro (Foto: Acervo ISPN/Fernando Tatagiba)</figcaption></figure>
<h2>Etnobotânica</h2>
<p>Para conservar o saber tradicional de anciãos e anciãs Kalunga, o projeto trouxe a juventude para o centro da pesquisa: 13 jovens se debruçaram sobre a etnobotânica, uma parte da ciência que estuda a relação dos seres humanos com as plantas. A pesquisa foi participativa e contou com a coordenação da doutora em botânica Renata Corrêa Martins, tanto nos encontros comunitários quanto na organização do livro.</p>
<p>&#8220;Os resultados da pesquisa foram obtidos a partir dos trabalhos de campo, da identificação botânica e da assembleia participativa&#8221;, explicou Renata, acrescentando que a organização do livro permitiu fortalecer o &#8220;diálogo entre os saberes&#8221;, entrelaçando os princípios da pesquisa, da valorização cultural e dos saberes ancestrais.</p>
<p>Nas saídas de campo, 409 coletas de plantas foram realizadas com a identificação de mais de 200 espécies &#8211; a maioria do Cerrado. Ao fim do projeto, o saber tradicional de 22 delas foi sistematizado no livro, a partir da partilha do conhecimento de 19 raizeiros e raizeiras &#8211; os detentores do conhecimento tradicional sobre plantas no território.</p>
<p>Para Jean dos Santos, 17 anos, um dos pesquisadores do projeto, aprender sobre as plantas é necessário para manter a tradição Kalunga viva. “Sei que precisamos valorizar nossas histórias, nossas raízes, então esse é um aprendizado muito importante”, declarou o morador da comunidade Kalunga Engenho II.</p>
<p>“Não quero ter esse conhecimento como um hobbie, mas como algo que faz parte de mim”, explicou o jovem, acrescentando que ser chamado de raizeiro é motivo de orgulho.</p>
<p>Aos 14 anos, a pesquisadora Hellen Sofia Ponciano afirma que o que mais chamou sua atenção ao longo da execução do projeto foi a conversa com os anciãos. “Nunca tinha parado para pensar que eu poderia conversar com eles.”</p>
<p>Ela diz que tem vontade de permanecer na comunidade e contribuir na conservação do conhecimento, “para não deixar ele morrer”.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-20650" src="https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/07/IMG_9307-234x300.jpg" alt="" width="300" height="385" srcset="https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/07/IMG_9307-234x300.jpg 234w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/07/IMG_9307-799x1024.jpg 799w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/07/IMG_9307-768x984.jpg 768w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/07/IMG_9307-1198x1536.jpg 1198w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/07/IMG_9307-scaled.jpg 1598w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<figure id="attachment_20652" aria-describedby="caption-attachment-20652" style="width: 320px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-20652" src="https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/07/IMG_9308-300x223.jpg" alt="" width="320" height="238" srcset="https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/07/IMG_9308-300x223.jpg 300w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/07/IMG_9308-1024x761.jpg 1024w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/07/IMG_9308-768x571.jpg 768w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/07/IMG_9308-1536x1142.jpg 1536w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/07/IMG_9308-scaled.jpg 2048w" sizes="(max-width: 320px) 100vw, 320px" /><figcaption id="caption-attachment-20652" class="wp-caption-text">13 jovens Kalunga participaram das pesquisas para o livro (Foto: Acervo ISPN/Reprodução)</figcaption></figure>
<p>O projeto também contribuiu com a realização de diversas oficinas para o fortalecimento da comunidade, como noções de fotografia e aprofundamento sobre o conceito de TICCAs, que significa Territórios e Áreas Conservadas por Comunidades Indígenas e Locais, envolvendo a participação de 11 facilitadores.</p>
<h2>Território Kalunga</h2>
<p>O território foi reconhecido pela ONU em fevereiro de 2021 como o primeiro TICCA do Brasil &#8211; esse título é atribuído a territórios comunitários e tradicionais conservados nos quais a comunidade tem profunda conexão com o lugar que habita.</p>
<p>Kalunga é o maior sítio histórico e cultural quilombola do país em extensão territorial: são mais de 230 mil hectares de Cerrado protegidos nos municípios de Cavalcante, Monte Alegre e Teresina de Goiás.</p>
<p><iframe style="border: 0;" src="https://www.google.com/maps/embed?pb=!1m18!1m12!1m3!1d3878.20733431634!2d-47.47574332580797!3d-13.584141172425971!2m3!1f0!2f0!3f0!3m2!1i1024!2i768!4f13.1!3m3!1m2!1s0x9345f8c900bbf9bb%3A0x124817f968045690!2sPovoado%20Kalunga%20do%20Engenho%20II!5e0!3m2!1spt-BR!2sbr!4v1688675227634!5m2!1spt-BR!2sbr" width="600" height="450" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Cerca de quatro mil pessoas moram em aproximadamente 30 comunidades no local, que foi reconhecido pelo governo de Goiás em 1991 como Sítio Histórico e Patrimônio Cultural Kalunga.</p>
<h2>Serviço</h2>
<p>Para comprar o livro, basta entrar em contato com a associação Associação Kalunga Comunitária do Engenho II por e-mail: akce.org@gmail.com ou pelo telefone +55 (62) 98198670.</p>
<p>É possível ainda fazer a compra diretamente no território. Aproveite para visitar as diversas belezas naturais da região: a cachoeira de Santa Bárbara, por exemplo, tem águas azuis cristalinas e é uma das principais atrações da Chapada dos Veadeiros.</p>
<p>Mas atenção, você precisa agendar a visita antes, já que o número de turistas por dia é limitado. Clique <a href="https://quilombokalunga.ecobooking.com.br/">aqui</a> para mais informações.</p>
<figure id="attachment_20646" aria-describedby="caption-attachment-20646" style="width: 1024px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-20646 size-large" src="https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/07/Kalunga-Fernando-Tatagiba-WEB-2-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" srcset="https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/07/Kalunga-Fernando-Tatagiba-WEB-2-1024x683.jpg 1024w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/07/Kalunga-Fernando-Tatagiba-WEB-2-300x200.jpg 300w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/07/Kalunga-Fernando-Tatagiba-WEB-2-768x512.jpg 768w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/07/Kalunga-Fernando-Tatagiba-WEB-2-1536x1024.jpg 1536w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2023/07/Kalunga-Fernando-Tatagiba-WEB-2-scaled.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-20646" class="wp-caption-text">Livro pode ser comprado diretamente na comunidade do Engenho II (Foto: Acervo ISPN/Fernando Tatagiba)</figcaption></figure>
<blockquote><p>O PPP-ECOS é a estratégia do ISPN para Promoção de Paisagens Produtivas Ecossociais, que apoia e fortalece iniciativas junto a povos e comunidades tradicionais e de agricultura familiar desde 1994. Nesse projeto, o PPP-ECOS recebe apoio do governo alemão por meio do BMU, do Small Grants Programme do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e do Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF) .</p></blockquote>
<p><em>*A foto da capa, assim como todas as imagens da matéria, foi gentilmente cedida ao Acervo ISPN por Fernando Tatagiba. </em><em>Texto por Camila Araujo/Assessora de Comunicação do ISPN. </em></p>
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