<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos mosaico gurupi - ISPN - Instituto Sociedade, População e Natureza</title>
	<atom:link href="https://ispn.org.br/tag/mosaico-gurupi/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://ispn.org.br/tag/mosaico-gurupi/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Mon, 11 Aug 2025 19:02:31 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>

<image>
	<url>https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2025/09/cropped-ispn-favicon-32x32.png</url>
	<title>Arquivos mosaico gurupi - ISPN - Instituto Sociedade, População e Natureza</title>
	<link>https://ispn.org.br/tag/mosaico-gurupi/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Mosaico Gurupi aproxima indígenas e ambientalistas do PA e MA</title>
		<link>https://ispn.org.br/noticia/mosaico-gurupi-aproxima-indigenas-e-ambientalistas-do-pa-e-ma/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Andreza Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jun 2021 20:01:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>
		<category><![CDATA[mosaico gurupi]]></category>
		<category><![CDATA[povos indígenas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ispn.org.br/?p=14262</guid>

					<description><![CDATA[Por meio de série de Diálogos, lideranças e representantes de órgãos estatais e de instituições de ensino e pesquisa encontram espaço para discutir gestão do Mosaico; último encontro foi pautado pela intensificação de invasão de madeireiros nos territórios protegidos Área de ampla diversidade que inclui reserva biológica e corredor etnoambienal, o Mosaico Gurupi tem realizado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Por meio de</em><em> série de Diálogos, lideranças e representantes de órgãos estatais e de instituições de ensino e pesquisa encontram espaço para discutir gestão do Mosaico; último encontro foi pautado pela intensificação de invasão de madeireiros nos territórios protegidos</em></p>
<p>Área de ampla diversidade que inclui reserva biológica e corredor etnoambienal, o Mosaico Gurupi tem realizado encontros virtuais para aproximação de conselheiros indígenas e indigenistas dos estados do Pará e Maranhão. Até o momento, foram três edições do <em>Diálogos do Mosaico Gurupi</em>, mediados pelo Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN), que ocupa a cadeira atual de Secretaria-Executiva do Mosaico. A ocasião é oportunidade para que as lideranças compartilhem experiências e denunciem crimes ocorridos em seus territórios, que afrontam a lei e desrespeitam os órgãos estatais de controle.</p>
<p>No último encontro, realizado no fim de maio, que contou com condução de representantes da TI Arariboia, as lideranças indígenas participantes se mostraram preocupadas com a situação dos povos isolados do Mosaico, mais vulneráveis aos ataques de invasores em busca de madeira ou caça clandestina. Para as lideranças, a quantidade de invasões está insustentável. Os órgãos estatais responsáveis pela proteção dos territórios têm sido ausentes, dizem, e quanto mais distante a aldeia, mas risco ela corre de ser alvo de invasão, o que causa preocupação.</p>
<p>Palco de conflitos atuais, o Mosaico abriga territórios sociobiodiversos, com grande concentração de espécies da fauna e flora, para além da diversidade de culturas e tradições indígenas, responsáveis diretos pela conservação da região. João Guilherme Nunes Cruz, coordenador do Programa Povos Indígenas do ISPN explica que a articulação na região tem como um dos objetivos principais &#8211; além de conquistar a formalização do Mosaico Gurupi por parte do Ministério do Meio Ambiente (MMA) -, é o de criar uma rede de solidariedade entre povos em prol da proteção de seus territórios, da conservação de seus habitats e valorização de suas manifestações culturais.</p>
<p>&#8220;Esta é uma estratégia para a agenda de conservação ambiental e valorização dos povos na escala da macro-paisagem&#8221;, afirma. &#8220;O diálogo e a aproximação dos conselheiros do Mosaico Gurupi é fundamental para cumprir esse propósito e garantir uma agenda de promoção de bem-viver para as populações que habitam a região, especialmente sob o protagonismo dos povos indígenas da região&#8221;, complementa.</p>
<p><strong>O que é um Mosaico?</strong></p>
<p>Um mosaico de áreas protegidas é definido por lei no Brasil (<a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2000/lei-9985-18-julho-2000-359708-normaatualizada-pl.pdf"><u>Lei 9.985/200</u></a>), pelo Sistema Nacional de Unidades de Conservação. De acordo com o texto oficial, um mosaico é um &#8220;conjunto de unidades de conservação de categorias diferentes ou não, próximas, justapostas ou sobrepostas, e outras áreas protegidas públicas ou privadas&#8221;. Ao ser definido como mosaico, esse conjunto passa a ter uma gestão integrada e participativa, e os objetivos considerados devem mirar a conservação da sociobiodiversidade.</p>
<p>No Brasil existem 17 mosaicos formalizados pelo<a href="https://antigo.mma.gov.br/acesso-a-informacao/item/52.html"><u> (MMA</u></a>). O processo de regularização do Gurupi foi iniciado em 2014 e ainda não foi concluído. Seu conjunto envolve seis terras indígenas conservadas por quatro povos (Tembé, Awá-Guajá, Guajajara e Ka&#8217;apor), localizadas entre o leste do Pará e o oeste do Maranhão, região sob alta ameaça de madeireiros clandestinos, dentro outros atos ilícitos.</p>
<p>A área de Influência do Mosaico Gurupi tem 46,4 mil km², que incluem as TI Alto Turiaçu, Awá, Caru, Rio Pindaré, Arariboia (essas no Maranhão) e Alto Rio Guamá (no Pará), que formam um corredor etnoambiental rico. O ISPN apoia os povos das terras indígenas do Maranhão com ações de mitigação de impacto ambiental e apoiando o aprimoramento dos instrumentos de gestão.</p>
<p><strong>Mosaico Gurupi em dados:</strong></p>
<ul>
<li>Composto por 6 Terras Indígenas e uma reserva biológica (Rebio do Gurupi);</li>
<li>Abriga maior área de Floresta Amazônica do Maranhão;</li>
<li>Grande fauna terrestre e aquática;</li>
<li>46 espécies endêmicas e ameaçadas de extinção, dentre elas, a onça-pintada;</li>
<li>Maior área de espécies endêmicas do Pará;</li>
<li>46,4 mil km² de área;</li>
<li>Povos Tembé , Awá-Guajá, Guajajara e Ka&#8217;apor.</li>
</ul>
<p><em>(Crédito do mapa: Magda V. C. Miranda)</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
