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	<title>Arquivos fundo sul global - ISPN - Instituto Sociedade, População e Natureza</title>
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		<title>Povos e comunidades tradicionais devem liderar resposta à crise climática</title>
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		<dc:creator><![CDATA[camila@ispn.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 May 2025 17:25:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>
		<category><![CDATA[Cerrado]]></category>
		<category><![CDATA[filantropia comunitária]]></category>
		<category><![CDATA[financiamento climático]]></category>
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					<description><![CDATA[19ª Conferência Internacional sobre Adaptação Comunitária às Mudanças Climáticas (CBA19) e 13º Congresso GIFE destacam soluções locais e o papel da filantropia comunitária no combate à emergência climática Enquanto o mundo debate metas globais de redução de emissões de gases do efeito estufa, um consenso aparece em dois eventos sobre clima e filantropia realizados no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><i>19ª Conferência Internacional sobre Adaptação Comunitária às Mudanças Climáticas (CBA19) e 13º Congresso GIFE destacam soluções locais e o papel da filantropia comunitária no combate à emergência climática</i></strong></p>
<p>Enquanto o mundo debate metas globais de redução de emissões de gases do efeito estufa, um consenso aparece em dois eventos sobre clima e filantropia realizados no Brasil em maio: povos indígenas, comunidades tradicionais e populações periféricas devem ser protagonistas nas estratégias e implementação das ações de adaptação climática. Eles são os primeiros afetados – e os que detêm saberes ancestrais para enfrentar a crise e precisam ter acesso aos recursos necessários.</p>
<p>Dados do Sexto Relatório do IPCC (2022) fundamentam a urgência: na última década, moradores de áreas vulneráveis morreram 15 vezes mais em eventos climáticos extremos (secas, enchentes, tempestades) que populações de regiões com infraestrutura adequada.</p>
<p>Nesse contexto, a 19ª Conferência Internacional sobre Adaptação Comunitária  às Mudanças Climáticas (CBA19) – realizada de 12 a 16 de maio em Recife (PE) – e o 13º Congresso GIFE – de 7 a 9 de maio em Fortaleza (CE) – colocaram o foco em soluções locais e no papel estratégico da filantropia de base comunitária.</p>
<p>O Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN), membro da Aliança dos Fundos Socioambientais do Sul Global e da Rede Comuá, participou nos dois encontros para trocar experiências, fortalecer a atuação em rede e destacar a importância da filantropia comunitária como um caminho para fortalecer organizações locais protagonizadas por povos indígenas, povos tradicionais, mulheres e jovens, ampliando o acesso a um financiamento adequado para a promoção da justiça socioambiental e climática.</p>
<p>“Em um momento em que observamos retrocessos globais na pauta ambiental, participar de um espaço que reúne representantes comunitários e da rede de filantropia de mais de setenta países é motivador para a elaboração de novas soluções para a crise climática”, explica a Gerente de Projeto do ISPN, Terena Castro.</p>
<figure id="attachment_30915" aria-describedby="caption-attachment-30915" style="width: 1164px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-30915" src="https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2025/05/cb443285-471d-41a3-b67f-c903e4b21546-1.jpg" alt="" width="1164" height="1439" srcset="https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2025/05/cb443285-471d-41a3-b67f-c903e4b21546-1.jpg 1164w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2025/05/cb443285-471d-41a3-b67f-c903e4b21546-1-243x300.jpg 243w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2025/05/cb443285-471d-41a3-b67f-c903e4b21546-1-828x1024.jpg 828w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2025/05/cb443285-471d-41a3-b67f-c903e4b21546-1-768x949.jpg 768w" sizes="(max-width: 1164px) 100vw, 1164px" /><figcaption id="caption-attachment-30915" class="wp-caption-text">Membros da Rede Comuá e da Aliança dos Fundos Socioambientais do Sul Global reunidos na CBA, em Recife (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p>Para a diretora-superintendente do ISPN, Cristiane Azevedo, “é importante olhar para o fluxo de financiamento do Norte para o Sul, para trazer os recursos aos locais em que populações com seus modos de vida tradicionais estão conservando a biodiversidade”.</p>
<p>A CBA, organizada pelo International Institute for Environment and Development (IIED) em parceria com o Governo de Pernambuco e do Instituto Clima e Sociedade (ICS), foi realizada pela primeira vez no Brasil e na América Latina com debates sobre &#8220;Ação de adaptação liderada localmente&#8221;, tanto na perspectiva &#8220;urbana&#8221; quanto da &#8220;natureza&#8221;.</p>
<p>“O evento foi um espaço rico de trocas entre lideranças e organizações de vários países e reforçou a importância das vozes dos territórios, da experiência de povos tradicionais, das periferias, que estão na lida com os impactos diretos da emergência climática”, acrescenta Azevedo. A busca dessas soluções para o alcance de uma adaptação justa e equitativa é uma pauta essencial e importante para ser tratada na COP-30, que também será realizada no Brasil, em Belém.</p>
<p><b>Congresso GIFE</b></p>
<p>Já entre os dias 7 e 9 de maio, o 13º Congresso GIFE [Grupo de Institutos Fundações e Empresas] reuniu atores do investimento social privado (ISP) e da filantropia para debater os caminhos inovadores e colaborativos para o desenvolvimento sustentável no Brasil. O evento foi realizado em Fortaleza, no Ceará, sob o tema “Desconcentrar poder, conhecimento e riquezas”.</p>
<figure id="attachment_30917" aria-describedby="caption-attachment-30917" style="width: 883px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-30917" src="https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2025/05/MarcusGIFEday03-9_result-1.png" alt="" width="883" height="577" srcset="https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2025/05/MarcusGIFEday03-9_result-1.png 883w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2025/05/MarcusGIFEday03-9_result-1-300x196.png 300w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2025/05/MarcusGIFEday03-9_result-1-768x502.png 768w" sizes="(max-width: 883px) 100vw, 883px" /><figcaption id="caption-attachment-30917" class="wp-caption-text">Congresso GIFE em Fortaleza (CE) reuniu representantes do investimento social privado para debater caminhos da filantropia no Brasil (Foto: GIFE)</figcaption></figure>
<p>Entre os debates fundamentais do Congresso, o destaque fica para a necessidade de apoio direto às pessoas e comunidades que defendem seus territórios, construindo soluções locais e adaptadas às suas realidades – seja no campo ou nas cidades.</p>
<p>Um dos principais alertas do encontro foi a importância de uma relação próxima entre financiadores e comunidades, na qual a escuta ativa dos territórios é essencial para consolidar laços de confiança e, sobretudo, compromisso.</p>
<p>“O caminho para o investimento social privado é a necessidade de investir no desenvolvimento institucional das organizações para que o recurso possa chegar aonde precisa”, explicou a assessora técnica do ISPN Juliana Napolitano.</p>
<p>Integrante da equipe do Fundo Ecos, mecanismo de financiamento do ISPN para promoção de paisagens produtivas ecossociais, Napolitano complementa: “participar do congresso trouxe muitos aprendizados que contribuem para o aperfeiçoamento do nosso trabalho, assim como reforça o papel estratégico que o Fundo Ecos desempenha junto aos povos indígenas, agricultores familiares e povos e comunidades tradicionais.”</p>
<p><i>Texto por Camila Araujo / Assessoria de Comunica</i>ção <i>do ISPN</i></p>
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