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	<title>Arquivos farinha de jatobá - ISPN - Instituto Sociedade, População e Natureza</title>
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	<title>Arquivos farinha de jatobá - ISPN - Instituto Sociedade, População e Natureza</title>
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		<title>Conservação no Tocantins: comunidades como aliadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[camila@ispn.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jul 2024 19:50:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>
		<category><![CDATA[Cerrado]]></category>
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					<description><![CDATA[Associação Onça D'Água trabalha há 20 anos junto a comunidades rurais que vivem dentro ou no entorno de Áreas de Proteção Ambiental (APAs), influenciando políticas públicas de conservação da biodiversidade no estado]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Como fortalecer as Unidades de Conservação (UCs) do Tocantins? Essa é a pergunta que norteia o trabalho da Associação Onça D&#8217;Água nos últimos 20 anos – mais precisamente desde janeiro de 2003, quando um grupo de socioambientalistas se reuniu para fundar a entidade, cujo objetivo é apoiar e influenciar políticas públicas de conservação da biodiversidade no estado. </span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Ao longo dessa história a gente se deparou com um público pouco assistido, que são as comunidades rurais no entorno das UCs ou na própria unidade, no caso das Áreas de Proteção Ambiental (APAs). A gente percebeu essa fragilidade, as pessoas que produzem e praticam o agroextrativismo estão carentes de assistência e orientação&#8221;, comenta Angélica Beatriz, conselheira administrativa da Associação Onça D&#8217;Água.  </span></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">No Tocantins, 15% da área do estado são protegidas como UCs. De acordo com a legislação, após a criação da UC, um Plano de Manejo deve ser elaborado estabelecendo normas, restrições para o uso, ações a serem desenvolvidas e manejo dos recursos naturais da unidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas nem sempre os planos são criados no prazo previsto pela lei – até cinco anos após a criação da UC – ou com normas almejadas pela população que habita o entorno. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por esse motivo, Angélica explica que o trabalho da entidade hoje também tem sido estimular a conexão das comunidades com as instituições que fazem suas gestões – sobretudo com instâncias do poder público municipal e estadual. &#8220;A gente incentiva o diálogo entre os dois grupos e tenta mostrar onde eles podem se ajudar e colaborar entre si, principalmente porque o </span><span style="font-weight: 400;">Naturatins (Instituto Natureza do Tocantins) </span><span style="font-weight: 400;">é responsável pelas unidades. É a figura do poder público no local&#8221;.  </span></p>
<p><b>Projeto Redes </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O projeto Redes de Iniciativas Produtivas Sustentáveis em Áreas de Proteção Ambiental (APA) no Tocantins, executado pela Associação Onça D&#8217;Água com o apoio do Fundo PPP-ECOS, do ISPN, e financiamento do Fundo Amazônia, envolveu a colaboração de gestores de três áreas de proteção ambiental: APA Ilha do Bananal/Cantão, APA Serra do Lajeado e APA Jalapão. </span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">&#8220;A gente conseguiu envolver gestores das três APAs que estiveram presentes no projeto e também envolver dois parques que </span><span style="font-weight: 400;">demonstraram interesse em apoiar as atividades</span><span style="font-weight: 400;">&#8220;, explica Angélica. </span></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">Ela destaca ainda que &#8220;abrir o caminho para o diálogo&#8221; é uma das ações mais importantes que a associação tem tocado nos últimos anos. </span></p>
<figure id="attachment_24159" aria-describedby="caption-attachment-24159" style="width: 2048px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-24159 size-full" src="https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2024/07/Final-Redes-Onca-dagua-OX-2023-164-scaled.jpg" alt="" width="2048" height="1277" srcset="https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2024/07/Final-Redes-Onca-dagua-OX-2023-164-scaled.jpg 2048w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2024/07/Final-Redes-Onca-dagua-OX-2023-164-300x187.jpg 300w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2024/07/Final-Redes-Onca-dagua-OX-2023-164-1024x638.jpg 1024w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2024/07/Final-Redes-Onca-dagua-OX-2023-164-768x479.jpg 768w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2024/07/Final-Redes-Onca-dagua-OX-2023-164-1536x957.jpg 1536w" sizes="(max-width: 2048px) 100vw, 2048px" /><figcaption id="caption-attachment-24159" class="wp-caption-text">Projeto Redes, uma iniciativa da Associação Onça D&#8217;Água</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Camila Oliveira Muniz, supervisora da APA Serra do Lajeado, explica que o projeto proporcionou maior expertise para a atuação do poder público. &#8220;A gente tem essa ligação com a comunidade mas não tem a expertise que a equipe da Onça D&#8217;água trouxe pra nós, com a capacidade de agregar as pessoas de outras APAs para trocar experiências&#8221;. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A gestora diz ainda que a expectativa, para os próximos anos, é colocar produtos da biodiversidade do Cerrado na merenda escolar para fortalecer o extrativismo e a agricultura familiar, &#8220;especialmente no território das áreas protegidas do nosso estado&#8221;. </span></p>
<figure id="attachment_24157" aria-describedby="caption-attachment-24157" style="width: 2048px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="wp-image-24157 size-full" src="https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2024/07/2023-OX-274-1-scaled.jpg" alt="" width="2048" height="1360" srcset="https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2024/07/2023-OX-274-1-scaled.jpg 2048w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2024/07/2023-OX-274-1-300x199.jpg 300w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2024/07/2023-OX-274-1-1024x680.jpg 1024w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2024/07/2023-OX-274-1-768x510.jpg 768w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2024/07/2023-OX-274-1-1536x1020.jpg 1536w" sizes="(max-width: 2048px) 100vw, 2048px" /><figcaption id="caption-attachment-24157" class="wp-caption-text">Beneficiários do Projeto Redes, da Associação Onça D&#8217;Água, colhendo Fava D&#8217;Anta</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">A partir daí, a compreensão sobre trabalhar em rede e de forma colaborativa ficou mais consolidada. Fruto disso é o <a href="https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2024/07/FLOR-DA-SUSTENTABILIDADE.pdf" target="_blank" rel="noopener">Flor da Sustentabilidade</a>, uma carta de intenções e compromissos sobre o trabalho com uso sustentável dos recursos naturais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora, o momento é de continuar captando recursos para fortalecer a semente plantada pelo projeto Redes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Iniciado em 2022, com 24 meses de execução, o projeto buscou investir no incentivo e qualificação de atores locais para inserção produtiva no mercado, para geração de renda, e incidência em políticas públicas locais, a exemplo da lei municipal  aprovada em Caseara (TO) e de autoria da vereadora Maria Angela da Toinha (PSB), membro da AMA-Cantão, que incentiva a oferta de frutos do Cerrado na merenda escolar, promovendo a melhoria da qualidade de vida e conservação da biodiversidade.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao longo deste processo, o projeto mapeou 52 iniciativas de comunidades rurais, produtores agroextrativistas e artesãos residentes do Cerrado tocantinense. </span></p>
<p><b>Grande Encontro </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Realizado em outubro de 2023, o Grande Encontro de Troca de Saberes e Farinhada de Jatobá, em Caseara (TO), foi uma das 14 capacitações promovidas pelo projeto. No total, as atividades envolveram 316 beneficiários – dos quais 91 jovens – sendo eles agricultores familiares, produtores agroextrativistas e artesãos residentes em quatro regiões do Cerrado tocantinense: APA Ilha do Bananal/Cantão, APA Serra do Lajeado, APA Jalapão e Serra Geral. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Convidado para o evento, o inventor de Palmas (TO) </span><span style="font-weight: 400;">Enoque Oliveira Freitas apresentou uma máquina despolpadeira capaz de processar a farinha de jatobá em maior quantidade e em menos tempo do que o instrumento manual, o pilão. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em uma contagem informal para saber aproximadamente o tamanho dessa diferença, os participantes do evento chegaram no seguinte resultado: enquanto o pilão produz 2 kg de farinha em uma hora, a máquina é capaz de produzir até 30 kg no mesmo tempo. </span></p>
<figure id="attachment_24161" aria-describedby="caption-attachment-24161" style="width: 1600px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="wp-image-24161 size-full" src="https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-18-at-08.51.19.jpeg" alt="" width="1600" height="1066" srcset="https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-18-at-08.51.19.jpeg 1600w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-18-at-08.51.19-300x200.jpeg 300w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-18-at-08.51.19-1024x682.jpeg 1024w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-18-at-08.51.19-768x512.jpeg 768w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-18-at-08.51.19-1536x1023.jpeg 1536w" sizes="(max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /><figcaption id="caption-attachment-24161" class="wp-caption-text">Agroextrativistas calculam o tempo de pilagem do jatobá para produção de farinha</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Esse resultado é fruto de uma primeira experiência. A partir daí, ficou em nosso radar a possibilidade de buscar recursos para que todas possam ter a máquina&#8221;, explica Angélica.</span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">A máquina despolpa o fruto, </span><span style="font-weight: 400;">rico em minerais e fibras, </span><span style="font-weight: 400;">sem quebrar a sua semente. &#8220;É uma vantagem incrível, a gente tem condições de produzir mais, porque junta a turma que vai colhendo o jatobá no mato enquanto outros estão em casa processando o fruto. Ganha mais tempo e tem mais lucro&#8221;, argumenta José Batista dos Santos, mais conhecido como Zé Mininim. </span></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">Por outro lado, ele pondera: o pilão é tradição. &#8220;A gente não pode se desfazer dele porque, por exemplo, está no meio da produção e a energia acaba. Com o pilão a gente pode continuar.&#8221;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Especialista no manejo de jatobá, Zé Mininim trabalha com o fruto há quase 20 anos e foi responsável pela oficina de processamento da farinha no Grande Encontro. No vídeo, ele explica sobre os diferentes tipos de jatobá e destaca a importância de manter árvores de pé para a atividade agroextrativista. Confira: </span></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/OFOMjvoqaDU?si=Z9Ai4znZsJkLIzU8" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><b>Cerrado</b></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Sem o Cerrado, não conseguimos produzir mel ou nenhum outro produto da apicultura, própolis, cera e pólen&#8221;, diz o beneficiário do Redes Antônio José de Carvalho, apicultor do Assentamento Manchete, localizado na </span><span style="font-weight: 400;">Zona rural de Marianópolis do Tocantins. &#8220;Nosso trabalho na agricultura é de preservação, contra o fogo, contra a derrubada do Cerrado. Precisamos do Cerrado em pé, não queremos um Cerrado desmatado.&#8221; </span></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo </span><span style="font-weight: 400;">Maurício José Alexandre de Araújo, diretor executivo da Onça D&#8217;Água,  uma das linhas do projeto é o incentivo ao plantio. Ele afirma que a agricultura é um &#8220;gargalo&#8221; para o extrativismo, já que, com o desmatamento aumentando nos locais de coleta, fica cada vez mais difícil extrair frutos, sobretudo se não há quem plante. </span></p>
<figure id="attachment_24163" aria-describedby="caption-attachment-24163" style="width: 2560px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-24163 size-full" src="https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2024/07/2023-OX-89-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="1700" srcset="https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2024/07/2023-OX-89-scaled.jpg 2048w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2024/07/2023-OX-89-300x199.jpg 300w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2024/07/2023-OX-89-1024x680.jpg 1024w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2024/07/2023-OX-89-768x510.jpg 768w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2024/07/2023-OX-89-1536x1020.jpg 1536w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /><figcaption id="caption-attachment-24163" class="wp-caption-text">Maurício José Alexandre de Araujo, diretor executivo da Onça D&#8217;Água</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Lidejane Lopes de Oliveira e Maria Angela Gomes são extrativistas da Associação de Mulheres Agroextrativistas do Cantão (AMA Cantão). Para ambas, os frutos do Cerrado significam possibilidade de geração de renda e melhoria na qualidade de vida. </span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Cada mulher produz o que consegue, o que tá próximo de sua região. E a gente faz de tudo um pouco. Transforma o fruto em doce, licor…&#8221;, explica Lidejane. </span></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">Já Maria diz que &#8220;dos frutos que a gente colhe, nós conseguimos trazer uma renda para a nossa mesa. Isso vem mudando a minha vida e não só a minha, como a de mulheres que fazem parte desse projeto&#8221;.</span></p>
<figure id="attachment_24155" aria-describedby="caption-attachment-24155" style="width: 2048px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-24155 size-full" src="https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2024/07/Farinhada-Jatoba-Redes-Onca-dagua-OX-2023-413-scaled.jpg" alt="" width="2048" height="1366" srcset="https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2024/07/Farinhada-Jatoba-Redes-Onca-dagua-OX-2023-413-scaled.jpg 2048w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2024/07/Farinhada-Jatoba-Redes-Onca-dagua-OX-2023-413-300x200.jpg 300w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2024/07/Farinhada-Jatoba-Redes-Onca-dagua-OX-2023-413-1024x683.jpg 1024w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2024/07/Farinhada-Jatoba-Redes-Onca-dagua-OX-2023-413-768x512.jpg 768w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2024/07/Farinhada-Jatoba-Redes-Onca-dagua-OX-2023-413-1536x1024.jpg 1536w" sizes="(max-width: 2048px) 100vw, 2048px" /><figcaption id="caption-attachment-24155" class="wp-caption-text">Quebra do jatobá na oficina Grande Encontro de Troca de Saberes</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Para Silvana Bastos, assessora técnica do ISPN, o Cerrado só será conservado na escala que precisamos por meio do apoio e reconhecimento sobre o papel dos territórios tradicionais e dos povos e comunidades que vivem e cuidam do bioma. </span></p>
<figure id="attachment_24169" aria-describedby="caption-attachment-24169" style="width: 2560px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-24169 size-full" src="https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2024/07/Final-Redes-Onca-dagua-OX-2023-133-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="1711" srcset="https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2024/07/Final-Redes-Onca-dagua-OX-2023-133-scaled.jpg 2048w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2024/07/Final-Redes-Onca-dagua-OX-2023-133-300x201.jpg 300w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2024/07/Final-Redes-Onca-dagua-OX-2023-133-1024x685.jpg 1024w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2024/07/Final-Redes-Onca-dagua-OX-2023-133-768x513.jpg 768w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2024/07/Final-Redes-Onca-dagua-OX-2023-133-1536x1027.jpg 1536w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /><figcaption id="caption-attachment-24169" class="wp-caption-text">Silvana Bastos, assessora técnica do ISPN</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">O  trabalho da Associação Onça D’Água foi registrado num documentário, que sintetizou os dois anos de execução do projeto. Confira: </span></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/E25RMloJOTE?si=14Mi7kDvocucTsIX" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Aqui tem PPP-ECOS: O projeto Redes de Iniciativas Produtivas Sustentáveis em Áreas de Proteção Ambiental (APA) no Tocantins, executado pela Associação Onça D&#8217;Água, foi selecionado no 29</span></i><i><span style="font-weight: 400;">º </span></i><i><span style="font-weight: 400;">Edital PPP-ECOS, do ISPN, e contou com financiamento do Fundo Amazônia. </span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Texto por Camila Araujo, assessora de Comunicação do ISPN. Fotos por Studio OX/Onça D&#8217;água. </span></p>
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