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	<title>Arquivos arte - ISPN - Instituto Sociedade, População e Natureza</title>
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	<title>Arquivos arte - ISPN - Instituto Sociedade, População e Natureza</title>
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		<title>Mulheres de luta e arte: as filhas do Rio Arrojado</title>
		<link>https://ispn.org.br/noticia/mulheres-de-luta-e-arte-as-filhas-do-rio-arrojado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Andreza Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jan 2021 14:23:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[Cerrado]]></category>
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					<description><![CDATA[Em umas das regiões mais ameaçadas do Cerrado brasileiro, a arte se soma às vozes das mulheres que se movimentam para transformar um lugar Agricultoras, camponesas, nordestinas e “cerrativistas”. São essas mulheres, residentes e resistentes do Oeste da Bahia, que Conchita Silva, também defensora do bioma Cerrado, retrata em sua obra que homenageia a luta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_11520" aria-describedby="caption-attachment-11520" style="width: 338px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-11520 size-medium" src="https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2020/12/Conchita-texto-legivel.jpg" alt="" width="338" height="600" srcset="https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2020/12/Conchita-texto-legivel.jpg 720w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2020/12/Conchita-texto-legivel-169x300.jpg 169w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2020/12/Conchita-texto-legivel-576x1024.jpg 576w" sizes="(max-width: 338px) 100vw, 338px" /><figcaption id="caption-attachment-11520" class="wp-caption-text">Xilogravura de Conchita Silva</figcaption></figure>
<h5 style="text-align: center;"><i>Em umas das regiões mais ameaçadas do Cerrado brasileiro, a arte se soma às vozes das mulheres que se movimentam para transformar um lugar</i></h5>
<p>Agricultoras, camponesas, nordestinas e “cerrativistas”. São essas mulheres, residentes e resistentes do Oeste da Bahia, que Conchita Silva, também defensora do bioma Cerrado, retrata em sua obra que homenageia a luta dessas protetoras da natureza. O Projeto “Gravando a Resistência: desde a década de 70, prefiro&#8230;” foi um dos contemplados pelo edital da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer, da Prefeitura Municipal de Correntina, a 830 km de Salvador. Com o recurso conquistado, Conchita dará continuidade à visibilização das guardiãs dos saberes e culturas ancestrais.</p>
<p>“A coragem, a representatividade e a afirmação das múltiplas identidades dessas mulheres me estimularam a escutar e registrar quem são elas e contribuir, por meio da arte, para a visibilidade de seus papéis na luta e resistência dos territórios correntinenses com seus rostos e vozes gravados em xilogravuras”, conta Silva sobre o trabalho, composto por xilogravuras e artes de rua como cartazes e “lambe-lambes”.</p>
<figure id="attachment_11519" aria-describedby="caption-attachment-11519" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-11519" src="https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2020/12/WhatsApp-Image-2020-12-23-at-4.12.04-PM.jpeg" alt="" width="600" height="314" srcset="https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2020/12/WhatsApp-Image-2020-12-23-at-4.12.04-PM.jpeg 1032w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2020/12/WhatsApp-Image-2020-12-23-at-4.12.04-PM-300x157.jpeg 300w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2020/12/WhatsApp-Image-2020-12-23-at-4.12.04-PM-1024x536.jpeg 1024w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2020/12/WhatsApp-Image-2020-12-23-at-4.12.04-PM-768x402.jpeg 768w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-11519" class="wp-caption-text">Xilogravuras de Conchita Silva</figcaption></figure>
<p>Estudante de artes visuais e neta de geraizeiros, Conchita também diz que a inserção da palavra “prefiro” aconteceu por essa ser uma expressão muito manifestada pelas personagens. “Prefiro&#8230; Prefiro não morrer, mas prefiro morrer lutando” é uma das afirmações escritas em letras manuais na xilogravura que retrata a agricultora familiar do município de Correntina, Dona Ana, uma das personagens deste trabalho.</p>
<h5><b><i>A resistência vem das mulheres e da arte</i></b></h5>
<p>Correntina, localizada no Oeste da Bahia, é uma das regiões <a href="https://sustentabilidade.estadao.com.br/noticias/geral,desmatamento-do-cerrado-sobe-13-no-ano-e-tem-o-maior-valor-desde-2015,70003564768" target="_blank" rel="noopener noreferrer">mais ameaçadas do Cerrado brasileiro</a>. Desde a chegada e expansão desenfreada do <a href="https://www.theguardian.com/environment/2020/nov/25/the-cerrado-how-brazils-vital-water-tank-went-from-forest-to-soy-fields" target="_blank" rel="noopener noreferrer">agronegócio na década de 70</a>, a região se viu envolvida em conflitos socioambientais, principalmente a violência contra a população local relacionada aos casos de grilagem de terras e à concentração de água voltada aos grandes empreendimentos. Segundo o portal de notícias Mongabay, com base no Diário Oficial, o <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/12/cerrado-baiano-perdeu-quase-2-bilhoes-de-litros-de-agua-por-dia-para-o-agronegocio-na-pandemia/">Cerrado baiano perdeu quase 2 bilhões de litros de água por dia</a> para o agronegócio durante a pandemia da Covid-19.</p>
<figure id="attachment_11518" aria-describedby="caption-attachment-11518" style="width: 402px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-11518" src="https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2020/12/WhatsApp-Image-2020-12-23-at-4.12.03-PM.jpeg" alt="" width="402" height="600" srcset="https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2020/12/WhatsApp-Image-2020-12-23-at-4.12.03-PM.jpeg 857w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2020/12/WhatsApp-Image-2020-12-23-at-4.12.03-PM-201x300.jpeg 201w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2020/12/WhatsApp-Image-2020-12-23-at-4.12.03-PM-686x1024.jpeg 686w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2020/12/WhatsApp-Image-2020-12-23-at-4.12.03-PM-768x1147.jpeg 768w" sizes="(max-width: 402px) 100vw, 402px" /><figcaption id="caption-attachment-11518" class="wp-caption-text">Ferramentas de criação de Conchita Silva</figcaption></figure>
<p>São centenas de povos e comunidades tradicionais e agricultores familiares que dependem da biodiversidade do Cerrado para sobreviverem na Bahia. São elas também que se articulam e protagonizam movimentos de luta em defesa de seus territórios e da conservação da biodiversidade e das águas. O Rio Arrojado é um forte exemplo. Um dos mais degradados pela ação das empresas, ele é símbolo de identidade para as comunidades geraizeiras, de fundo e fecho de pasto, quilombolas e tantas outras que aprenderam com seus ancestrais que para viver é preciso manter o Cerrado vivo.</p>
<p>Articuladas em movimentos e organizações, as populações do Oeste da Bahia já protagonizaram diversos levantes contra a ofensiva desordenada das grandes empresas produtoras de commodities. A “Revolta da Água” foi uma delas e conseguiu alcance na mídia nacional. No entanto, há quem seja importante nesses processos de luta, mas permaneça com suas vozes silenciadas. “Sempre escutamos que as mulheres são as mais atingidas, que são as que mais se articulam, mas, quando vamos ver, o protagonismo é sempre tomado pelos homens. Por isso quero trazer o olhar das mulheres, amplificar as vozes delas sobre a luta”, conta Conchita.</p>
<h5><b><i>As mulheres do Rio Arrojado</i></b></h5>
<p>Além de Dona Ana, outras camponesas e ribeirinhas ganham traços de xilogravura para contar suas histórias e de seu povo. “Aqui é todo mundo de paz, Ninguém quer guerra. Só queremos nossos rios preservados, só isso. Ninguém vai morrer de sede nas margens do Arrojado, ninguém!”, essa frase, que marcou a luta da população de Correntina, é da professora do meio rural Marinês, e se encontra com os traços cuidadosamente desenhados por Conchita.</p>
<p>A camponesa e mulher negra, como gosta politicamente de se descrever, Dona Nena, também ganha formas artísticas e sua luta e de seus filhos pelo Cerrado se reveste da tinta vinda da umburana. Nena passou dez anos lavando roupa no vale do Rio Arrojado e hoje, a agente de saúde também se considera uma defensora do Cerrado e das riquezas que o bioma traz para sua comunidade e sociedade.</p>
<p>Também recebe traços e poesias de luta no decalque de seu sorriso a geraizeira e ribeirinha Aliene. Diariamente, a correntinense luta em defesa da permanência de sua família em seu território para garantir que gerações futuras tenham o direito de existir com as águas e o Cerrado vivos. Junto com sua representação, pode-se ler o texto da poetisa e também moradora e filha do Cerrado, Jaqueline Honório: “E não permitiremos que esse grito seja esquecido. Não permitiremos que esse grito morra. Porque não permitiremos que o nosso povo morra.”</p>
<p>O trabalho de Conchita mostra que a luta das mulheres do oeste da Bahia traduz uma realidade que acompanha a trajetória do Brasil. Como não lembrar do legado da mineira Carolina Maria de Jesus ao ouvir as falas e conhecer a história das mulheres baianas? Dona Ana, dona Nena, Marinês e Aliene estão presentes nos quatro cantos brasileiros. São elas que estão em movimento para manter o Cerrado, a Amazônia, a Caatinga e todos os nossos biomas em pé. E são elas que merecem ter suas vozes ecoando país e mundo afora. Vozes que falam em defesa dos territórios conservados, da vida e de quem somos.</p>
<h4>Onde essa luta ganha força: Cerrativistas</h4>
<p><em>Conchita, Aliene e Dona Nena fazem parte do Projeto &#8220;Cerrativismo &#8211; formando pessoas e organizações para conservar o Cerrado na região Oeste da Bahia&#8221;, uma iniciativa do ISPN com a Agência 10envolvimento e a Associação de Advogados dos Trabalhadores Rurais (AATR). O projeto mapeou e juntou diversas lideranças de povos e comunidades tradicionais da região e  proporcionou forneceu ferramentas para fortalecer a atuação dessas lideranças, suas articulações e processos de luta pela conservação da savana brasileira e seus povos.proporcionou uma série de formações políticas, ambientais e sociais. Com o processo, as lideranças se empoderaram ainda mais para a defesa do Bioma e fortaleceram suas articulações e processos de luta pela conservação da savana brasileira.</em></p>
<p><em>O projetos dos Cerrativistas conta com o financiamento do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF/IEB) e tem ainda a participação de diversas associações e organizações do campo.</em></p>
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		<title>Exposição Elos do Cerrado apresenta as belezas e os desafios para conservação do Bioma</title>
		<link>https://ispn.org.br/noticia/exposicao-elos-do-cerrado-apresenta-as-belezas-e-os-desafios-para-conservacao-do-bioma/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[leticia@ispn.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2020 20:54:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[arte e natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Cerrado]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[A mostra virtual pode ser acessada a partir do site do Instituto Cerrados Até o dia 30 de dezembro, pessoas de todo mundo podem visitar a exposição Elos do Cerrado. A mostra – homônima ao evento da qual faz parte – permite que os visitantes vejam as belezas e os desafios para conservação da savana [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_10975" aria-describedby="caption-attachment-10975" style="width: 452px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-10975 " src="https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2020/09/Cerrado-01-por-Alexsandro-Almeida-1.jpg" alt="" width="452" height="450" srcset="https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2020/09/Cerrado-01-por-Alexsandro-Almeida-1.jpg 1200w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2020/09/Cerrado-01-por-Alexsandro-Almeida-1-300x300.jpg 300w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2020/09/Cerrado-01-por-Alexsandro-Almeida-1-1024x1020.jpg 1024w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2020/09/Cerrado-01-por-Alexsandro-Almeida-1-150x150.jpg 150w, https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2020/09/Cerrado-01-por-Alexsandro-Almeida-1-768x765.jpg 768w" sizes="(max-width: 452px) 100vw, 452px" /><figcaption id="caption-attachment-10975" class="wp-caption-text">Ilustração por Alexsandro Almeida</figcaption></figure>
<h5 style="text-align: center;">A mostra virtual pode ser acessada a partir do site do <a href="https://www.cerrados.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Instituto Cerrados</a></h5>
<p>Até o dia 30 de dezembro, pessoas de todo mundo podem visitar a exposição <em>Elos do Cerrado</em>. A mostra – homônima ao evento da qual faz parte – permite que os visitantes vejam as belezas e os desafios para conservação da savana mais biodiversa do mundo.</p>
<p>O passeio leva o público a dois ambientes distintos:</p>
<p>A<strong> exposição fotográfica</strong> mostra as consequências do desmatamento e os casos de sucesso na preservação.</p>
<p><strong>Exposição artística</strong> apresenta trabalhos inéditos inspirados no bioma, produzidos pelos artistas Anna Menezes, Alexsandro Almeida, Alves, Carol Guyot, Denilson Baniwa, Sophia Pinheiro e Xibi. Além de um painel com as principais relações de causa e consequência envolvendo o Cerrado.</p>
<p><strong>Os artistas e suas obras:</strong></p>
<p><strong>Denilson Baniwa</strong>, 36 anos, participa com a obra “PANC – Procura-se Algo Não Contaminado”, na técnica: infogravura. PANCs são Plantas Alimentícias Não Convencionais que fazem parte de toda uma estrutura social e alimentar de povos originários.</p>
<p><strong>Anna Menezes</strong>, 23 anos, traz a obra “Rastros Edificados”, na técnica: transferência de película fotográfica para o tijolo. Em seu trabalho a fotografia bidimensional é transformada em objeto tridimensional, transitando entre memória e deslocamento.</p>
<p><strong>Alexsandro Almeida</strong>, 44 anos, exibe “Cerrado 01”, na técnica: acrílica sobre tela. Sua obra traz a beleza, a riqueza, a diversidade e a dinâmica do Cerrado, a partir de alguns elementos típicos do bioma.</p>
<p><strong>Alves</strong>, 44 anos, com a “Lobo-Guará e Lobeira”, em aquarela e Photoshop. A obra trata de forma poética e lúdica a dispersão de sementes da lobeira pelo lobo-guará – ambos típicos do Cerrado.</p>
<p><strong>Carol Guyot</strong>, 32 anos, apresenta “Cerrado Vivo”, uma Pintura Digital. Para a criação da obra, as curvas das árvores do Cerrado e espécies como o pequi e ipê foram a inspiração. As cores quentes, fortes e alegres expressam a força que o bioma tem.</p>
<p><strong>Xibi</strong>, 26 anos, participa com a obra “Espírito dos Karajás”, em tinta acrílica sobre lona crua. A tela apresenta uma cena de magia em que o pôr do sol e o lobo guará se combinam para simbolizar o espírito majestoso do Cerrado.</p>
<p><strong>Sophia Pinheiro</strong>, 30 anos, obra “Há vida no que é seco e retorcido”, na técnica pastel oleoso e grafite s/ papel kraft. Sua obra levanta a bandeira pela coexistência entre bichos-gentes-plantas. A artista também convida à reflexão por outros mundos possíveis.</p>
<p>A mostra pode ser acessada a partir do site do Instituto Cerrados em <a href="https://www.cerrados.org/">cerrados.org</a>.</p>
<p><strong>Visitas guiadas</strong></p>
<p>O público também tem a oportunidade de participar de lives orientadas da exposição, com convidados especiais conversando sobre os vários “elos” que compõem o nosso Cerrado.</p>
<p>Sob o comando de Saulo Andrade, biólogo e mestre em Ecologia pela Universidade de Brasília, as lives acontecem às terças, quartas e sextas, às 11h, e aos sábados, às 11h e 17h. Sempre com duração de 1 hora.</p>
<p><strong>Elos do Cerrado</strong></p>
<p>Além da exposição, o evento <em>Elos do Cerrado</em> conta com 16 rodas de conversa. Nelas, especialistas expõem diferentes pontos de vista sobre o que fazer para que a metade restante do bioma não seja consumida. Os convidados apontam, ainda, rumos para uma relação mais harmônica com o Cerrado.</p>
<p>O Elos do Cerrado é um evento on-line promovido pelo Instituto Cerrados em parceria com a Embaixada da França, Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF), Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), Nature and Culture International (NCI), Instituto Sociedade População Natureza (ISPN), WWF-Brasil, Greenpeace Brasil, Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM), Conservation Strategy Fund (CSF), Rede Cerrado, Fundação Mais Cerrado, Aliança Francesa de Brasília, Filhos da Nação/Onda SUP, Coletivo 105, Ilha Design, Free Pass Idiomas e Ápice Contabilidade.</p>
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