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	<title>Arquivo de 2026 - ISPN - Instituto Sociedade, População e Natureza</title>
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	<title>Arquivo de 2026 - ISPN - Instituto Sociedade, População e Natureza</title>
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		<title>Hai rawirokaha pape rehe : livro do mel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ispn]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 18:28:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Este livro reúne histórias contadas por pessoas de diferentes gerações do povo Awa Guajá sobre os conhecimentos que possuem acerca das abelhas e dos méis. Escritas em Guajá e em português, essas narrativas têm como um de seus propósitos contribuir para a produção de material didático voltado às escolas indígenas Awá, fortalecendo o uso da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Este livro reúne histórias contadas por pessoas de diferentes gerações do povo Awa Guajá sobre os conhecimentos que possuem acerca das abelhas e dos méis. Escritas em Guajá e em português, essas narrativas têm como um de seus propósitos contribuir para a produção de material didático voltado às escolas indígenas Awá, fortalecendo o uso da língua materna ao mesmo tempo em que apoia o aprendizado do português.</p>
<p>Outra motivação importante é tornar acessível ao público externo o profundo conhecimento que os Awa Guajá possuem sobre um conjunto expressivo de espécies de abelhas e suas características. Por isso, antes da leitura das histórias, é útil apresentar brevemente a perspectiva cultural e linguística dos Awa Guajá sobre as abelhas e os méis existentes em seu território — a região da Amazônia maranhense. O objetivo é oferecer ao leitor elementos essenciais para uma melhor compreensão dos textos que compõem esta coletânea.</p>
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		<title>Direitos Humanos dos Povos do Campo</title>
		<link>https://ispn.org.br/publicacao/direitos-humanos-dos-povos-do-campo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[leticia@ispn.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 12:36:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Direitos Humanos dos Povos do Campo: Condições Dignas de Trabalho e Vida na Terra, Território e Natureza apresenta, de forma didática, os principais direitos dos povos e comunidades do campo, com base na Declaração da ONU sobre os Direitos dos Camponeses (2018). A cartilha aborda temas como acesso à terra, água, alimentação, trabalho digno, biodiversidade, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>Direitos Humanos dos Povos do Campo: Condições Dignas de Trabalho e Vida na Terra, Território e Natureza apresenta, de forma didática, os principais direitos dos povos e comunidades do campo, com base na Declaração da ONU sobre os Direitos dos Camponeses (2018). A cartilha aborda temas como acesso à terra, água, alimentação, trabalho digno, biodiversidade, saberes tradicionais, educação e participação social, além de orientar como identificar violações e fortalecer a organização comunitária para a defesa de direitos e a construção de uma vida digna nos territórios.</div>
<div><strong>Realização</strong>: Observatório dos Conflitos Socioambientais do Matopiba</div>
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		<title>Território que Ensina: Saberes do Cerrado na Escola</title>
		<link>https://ispn.org.br/publicacao/territorio-que-ensina-saberes-do-cerrado-na-escola/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[leticia@ispn.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 15:11:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Este roteiro didático é fruto do esforço coletivo da Associação dos Pequenos Criadores do Fecho de Pasto de Clemente, em parceria com associações e entidades que atuam na defesa e conservação do Cerrado e do modo de vida das populações tradicionais da região Oeste da Bahia e o apoio do ISPN. A obra foi elaborada [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-path-to-node="2">Este roteiro didático é fruto do esforço coletivo da Associação dos Pequenos Criadores do Fecho de Pasto de Clemente, em parceria com associações e entidades que atuam na defesa e conservação do Cerrado e do modo de vida das populações tradicionais da região Oeste da Bahia e o apoio do ISPN. A obra foi elaborada com o objetivo de contribuir para a educação formal, promovendo a inserção e o aprofundamento, no ambiente escolar, de temáticas relacionadas às Comunidades de Fundo e Fecho de Pasto, que vivem e resistem para garantir a manutenção do Cerrado em pé. Adota uma abordagem pedagógica que articula os temas presentes nas discussões sobre o Cerrado e as comunidades tradicionais à proposta curricular e ao planejamento docente. O público alvo são professores e estudantes da Educação Básica nas etapas da Educação Infantil e Ensino Fundamental.</p>
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		<title>Turismo no Vão de Almas: Afroturismo Kalunga — o que vivenciar?</title>
		<link>https://ispn.org.br/publicacao/turismo-no-vao-de-almas-afroturismo-kalunga-o-que-vivenciar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[leticia@ispn.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 15:44:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Esta cartilha apresenta o território Kalunga do Vão de Almas (GO) a partir do olhar da própria comunidade, valorizando o turismo de base comunitária e o etnoturismo como caminhos de fortalecimento cultural, autonomia e geração de renda local. A publicação convida o leitor a conhecer os saberes e fazeres Kalunga, numa relação profunda com as [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esta cartilha apresenta o território Kalunga do Vão de Almas (GO) a partir do olhar da própria comunidade, valorizando o turismo de base comunitária e o etnoturismo como caminhos de fortalecimento cultural, autonomia e geração de renda local. A publicação convida o leitor a conhecer os saberes e fazeres Kalunga, numa relação profunda com as águas e a natureza. As festividades, práticas de cura tradicional, roças de toco, produção de farinha, culinária e extrativismo do Cerrado tornam-se atrativos culturais.</p>
<p>A publicação reúne orientações práticas para os visitantes — onde dormir, comer, acampar e como contratar guias locais — reforçando a importância do respeito ao território e às pessoas que o habitam. Produzida no âmbito da formação “Cerrativismo: Mulheres das Águas” do ISPN, a cartilha foi construída coletivamente com pesquisadores(as) da comunidade e lideranças locais, afirmando a narrativa Kalunga como protagonista de sua própria história.</p>
<p>&nbsp;</p>
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