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	<title>Arquivo de 2025 - ISPN - Instituto Sociedade, População e Natureza</title>
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	<title>Arquivo de 2025 - ISPN - Instituto Sociedade, População e Natureza</title>
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		<title>Cartilha: Comunidades Locais na UNFCCC</title>
		<link>https://ispn.org.br/publicacao/cartilha-comunidades-locais-na-unfccc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[leticia@ispn.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Feb 2026 13:35:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Comunidades Locais na UNFCCC — Caminho para um regime climático de reparação e justiça Esta cartilha explica, de forma acessível, como as comunidades locais têm buscado espaço e reconhecimento dentro da Convenção do Clima da ONU (UNFCCC). O material mostra porque essas comunidades são essenciais para proteger a natureza e enfrentar as mudanças climáticas em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Comunidades Locais na UNFCCC — Caminho para um regime climático de reparação e justiça</p>
<p>Esta cartilha explica, de forma acessível, como as comunidades locais têm buscado espaço e reconhecimento dentro da Convenção do Clima da ONU (UNFCCC). O material mostra porque essas comunidades são essenciais para proteger a natureza e enfrentar as mudanças climáticas em seus territórios, ao mesmo tempo em que revela as barreiras que ainda limitam sua participação nas decisões globais e no acesso a recursos. A publicação também apresenta a criação do Caucus Global de Comunidades Locais, uma articulação internacional que fortalece a voz dessas populações e contribui para uma governança climática mais justa, inclusiva e antirracista.</p>
<p><a href="https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2026/02/Local-Communities-in-the-UNFCCC.pdf">Click here</a> to access the booklet in English.</p>
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		<item>
		<title>Alimentação Escolar Tradicional nas Comunidades Indígenas e Tradicionais</title>
		<link>https://ispn.org.br/publicacao/alimentacao-escolar-tradicional-nas-comunidades-indigenas-e-tradicionais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[leticia@ispn.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Dec 2025 15:02:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Guia em quadrinhos: passo a passo para acessar o PNAE O Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) determina que, a partir de 2026, pelo menos 45% dos recursos da alimentação escolar sejam destinados à compra de alimentos da agricultura familiar e da sociobiodiversidade. Apesar disso, produtores e comunidades tradicionais enfrentam desafios para acessar esses recursos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia em quadrinhos: passo a passo para acessar o PNAE</p>
<p>O Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) determina que, a partir de 2026, pelo menos 45% dos recursos da alimentação escolar sejam destinados à compra de alimentos da agricultura familiar e da sociobiodiversidade. Apesar disso, produtores e comunidades tradicionais enfrentam desafios para acessar esses recursos e fornecer seus produtos às escolas.</p>
<p>A partir da experiência compartilhada durante o Seminário Alimentação Tradicional nas Escolas do Tocantins, organizado pelo ISPN, Catrapovos Tocantins, Coalizão Vozes do Tocantins e o Ministério Público Federal, em 2025, foi desenvolvido este guia ilustrado e didático, que apresenta de forma clara o passo a passo para que agricultores familiares e comunidades tradicionais compreendam como se organizar e acessar o PNAE.</p>
<p>O material busca fortalecer o protagonismo das comunidades na implementação de políticas públicas de alimentação escolar, valorizar os alimentos produzidos localmente e promover a saúde, identidade cultural e renda nas zonas rurais e tradicionais.</p>
<p>Disponível para download, este guia é uma ferramenta colaborativa para apoiar famílias produtoras, organizações comunitárias e gestores públicos na efetivação do direito à alimentação escolar com comida de verdade.</p>
<p><a href="https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2025/08/A1-PASSO-A-PASSO-CATRAPOVOS-REDUZIDO-scaled.jpg">Clique para baixar o guia.</a></p>
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		<item>
		<title>Nota Técnica – Agricultura Familiar enquanto refúgio para Povos e Comunidades Tradicionais</title>
		<link>https://ispn.org.br/publicacao/nota-tecnica-agricultura-familiar-enquanto-refugio-para-povos-e-comunidades-tradicionais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[leticia@ispn.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Sep 2025 20:37:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Agricultura Familiar: uma estratégia de visibilidade institucional para Povos e Comunidades Tradicionais A Nota Técnica aborda como Povos e Comunidades Tradicionais (PCTs) têm utilizado a categoria de agricultura familiar como estratégia para acessar políticas públicas, diante da persistente invisibilidade institucional. Embora esse enquadramento facilite a inclusão em programas como o PRONAF, ele pode implicar renúncias [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Agricultura Familiar: uma estratégia de visibilidade institucional para Povos e Comunidades Tradicionais</p>
<p>A Nota Técnica aborda como Povos e Comunidades Tradicionais (PCTs) têm utilizado a categoria de agricultura familiar como estratégia para acessar políticas públicas, diante da persistente invisibilidade institucional. Embora esse enquadramento facilite a inclusão em programas como o PRONAF, ele pode implicar renúncias identitárias. Dados do Tô No Mapa indicam que mais de 50% das comunidades que se identificam como agricultore(a)s familiares também pertencem a segmentos de PCTs, evidenciando uma sobreposição que funciona como “refúgio” para acessar políticas públicas. O documento alerta para o risco de apagamento cultural e defende que esse enquadramento seja transitório, até que existam políticas específicas que reconheçam os modos de vida, os territórios e os saberes desses povos. Nesse contexto, a agricultura familiar é menos um destino e mais uma ponte para a autonomia institucional dos PCTs.</p>
<p><a href="https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2026/02/Nota-Tecnica-AF-enquanto-Refugio-para-PCTs-Diagramada.pdf">Clique para acessar essa publicação.</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Automapeamento de Territórios de Fundo e Fecho de Pastо no Oeste da Bahia</title>
		<link>https://ispn.org.br/publicacao/automapeamento-de-territorios-de-fundo-e-fecho-de-past%d0%be-no-oeste-da-bahia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ariel Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Aug 2025 14:45:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Fundos e Fechos de Pasto: tradição coletiva que mantém o Cerrado vivo!  Com mais de 300 anos de história, as comunidades de fundo e fecho do oeste da Bahia são conhecidas pelo modo de vida integrado ao Cerrado e pela criação de gado em territórios coletivos. Em 2024, fecheiras e fecheiros da Bahia se reuniram [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Fundos e Fechos de Pasto: tradição coletiva que mantém o Cerrado vivo! </strong></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com mais de 300 anos de história, as comunidades de fundo e fecho do oeste da Bahia são conhecidas pelo modo de vida integrado ao Cerrado e pela criação de gado em territórios coletivos. </span><span style="font-weight: 400;">Em 2024, fecheiras e fecheiros da Bahia se reuniram em uma oficina para realizar o automapeamento de seus territórios. A atividade foi organizada pela Associação Comunitária dos Pequenos Criadores do Fecho de Pasto de Clemente (ACCFC), com apoio do Instituto Cerrados (IC) e do Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN). </span><span style="font-weight: 400;">Esse mapeamento coletivo é fundamental para ampliar a visibilidade e fortalecer a garantia, o monitoramento e a proteção dos territórios dessas comunidades. </span><span style="font-weight: 400;">A publicação “Automapeamento de territórios de fundo e fecho de pasto no oeste da Bahia” explica esse processo. </span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Plantas Medicinais &#8211; Povo Guajajara da TI Caru</title>
		<link>https://ispn.org.br/publicacao/plantas-medicinais-povo-guajajara-da-ti-caru/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ariel Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Aug 2025 17:25:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Cartilha Plantas Medicinais é uma publicação bilíngue (Tenetehar-Português) produzida de forma colaborativa pelos Guajajara da Aldeia Maçaranduba, na Terra Indígena Caru, reunindo saberes ancestrais sobre 85 espécies vegetais e 19 espécies animais com fins medicinais. Resultado de um trabalho intergeracional, o material registra nomes científicos, usos tradicionais e modos de preparo, ilustrado com fotografias [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <em data-start="23" data-end="52">Cartilha Plantas Medicinais</em> é uma publicação bilíngue (Tenetehar-Português) produzida de forma colaborativa pelos Guajajara da Aldeia Maçaranduba, na Terra Indígena Caru, reunindo saberes ancestrais sobre 85 espécies vegetais e 19 espécies animais com fins medicinais. Resultado de um trabalho intergeracional, o material registra nomes científicos, usos tradicionais e modos de preparo, ilustrado com fotografias de autoria indígena. Além de fortalecer a saúde comunitária, a cartilha contribui para a valorização cultural e o ensino da língua Tenetehar nas escolas Guajajara.</p>
<p>Tal iniciativa faz parte do licenciamento ambiental do projeto de Expansão da Estrada de Ferro Carajás, da Vale S.A, junto à FUNAI e Ibama, cujo parceiro implementador é o Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN).</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Temitym Zemuhág Muhàg Har Ma’e Wà &#8211; Plantas Medicinais</title>
		<link>https://ispn.org.br/publicacao/temitym-zemuhag-muhag-har-mae-wa-plantas-medicinais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ariel Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Aug 2025 17:11:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Cartilha Plantas Medicinais reúne registros bilíngues (Português e Tentehar) de 65 espécies vegetais e 11 espécies animais de uso medicinal, incluindo descrições, formas de uso e locais de ocorrência, além de receitas tradicionais. Com fotografias e ilustrações de autoria Guajajara, a cartilha preserva e valoriza conhecimentos ancestrais, promove o ensino bilíngue e incentiva a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <em data-start="97" data-end="126">Cartilha Plantas Medicinais</em> reúne registros bilíngues (Português e Tentehar) de 65 espécies vegetais e 11 espécies animais de uso medicinal, incluindo descrições, formas de uso e locais de ocorrência, além de receitas tradicionais. Com fotografias e ilustrações de autoria Guajajara, a cartilha preserva e valoriza conhecimentos ancestrais, promove o ensino bilíngue e incentiva a transmissão intergeracional de saberes. Sua elaboração mobilizou anciãs, anciãos, lideranças e jovens das aldeias, reafirmando o valor da medicina tradicional como patrimônio cultural e fonte de bem-estar.</p>
<p>É fruto de um trabalho colaborativo do povo Guajajara, com apoio técnico no âmbito do Plano Básico Ambiental Componente Indígena Awá e Guajajara, que, por sua vez, integra o Plano Básico Ambiental Componente Indígena do licenciamento ambiental do projeto de Expansão da Estrada de Ferro Carajás, da Vale S.A, junto à FUNAI e Ibama, tendo como parceiro implementador o Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN).</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Karawa Janaha: O Canto Dos Karawara &#8211; Volume 2</title>
		<link>https://ispn.org.br/publicacao/karawa-janaha-o-canto-dos-karawara-volume-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ariel Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Aug 2025 16:52:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O livro reúne o registro dos cantos tradicionais karawara e takaja, organizados em dois volumes, como parte de um esforço contínuo de salvaguarda e fortalecimento da cultura Awá. Essas expressões artísticas, terapêuticas e espirituais — conhecidas como janaha — conectam humanos e espíritos karawara, transmitindo saberes sobre a vida, a caça, a proteção da floresta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O livro reúne o registro dos cantos tradicionais karawara e takaja, organizados em dois volumes, como parte de um esforço contínuo de salvaguarda e fortalecimento da cultura Awá. Essas expressões artísticas, terapêuticas e espirituais — conhecidas como janaha — conectam humanos e espíritos karawara, transmitindo saberes sobre a vida, a caça, a proteção da floresta e a memória coletiva. A obra evidencia a riqueza cultural e o conhecimento poético desse povo, abordando temas como floresta, fauna, xamanismo, parentesco, história e território, e contribui para que essas práticas sigam vivas e compartilhadas dentro e fora das aldeias.</p>
<p>Fruto de um trabalho de campo colaborativo com as comunidades das aldeias Awá, Tiracambu e Juriti, esta publicação integra o subprograma de Fortalecimento Cultural do Plano Básico Ambiental Componente Indígena (PBA-CI), vinculado ao licenciamento da Expansão da Estrada de Ferro Carajás (EFC), da empresa Vale S.A., acompanhado pela FUNAI e pelo IBAMA, e implementado pelo Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN).</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Karawa Janaha: O Canto dos Karawara &#8211; Volume 1</title>
		<link>https://ispn.org.br/publicacao/karawa-janaha-o-canto-dos-karawara-volume-1/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ariel Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Aug 2025 16:05:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O registro documenta os cantos tradicionais karawara e takaja, divididos em dois volumes, evidenciando a riqueza cultural e o conhecimento poético da população Awá, abrangendo aspectos como floresta, animais, xamanismo, parentesco, memória e território. Os cantos (janaha) são manifestações artísticas, terapêuticas e espirituais, conectando humanos e espíritos karawara, transmitindo ensinamentos sobre a vida, a caça, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O registro documenta os cantos tradicionais karawara e takaja, divididos em dois volumes, evidenciando a riqueza cultural e o conhecimento poético da população Awá, abrangendo aspectos como floresta, animais, xamanismo, parentesco, memória e território. Os cantos (janaha) são manifestações artísticas, terapêuticas e espirituais, conectando humanos e espíritos karawara, transmitindo ensinamentos sobre a vida, a caça, a proteção da floresta e a preservação da tradição cultural. O registro se insere em um esforço contínuo de salvaguarda e fortalecimento cultural, garantindo que essas práticas continuem vivas e circulando tanto dentro quanto fora das aldeias.</p>
<p>Esta publicação apresenta o resultado de um trabalho de campo colaborativo realizado com as comunidades das aldeias Awá, Tiracambu e Juriti, no âmbito do subprograma de Fortalecimento Cultural do Plano Básico Ambiental Componente Indígena (PBA-CI), ligado ao licenciamento da Expansão da Estrada de Ferro Carajás (EFC), da empresa Vale S.A., com acompanhamento da FUNAI e do IBAMA, e implementação conduzida pelo Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN).</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Zehamono ´ar pyahyrehe, ywy tentehar Pinare &#8211; Pensando o nosso futuro. Diagnóstico participativo para elaboração do PGTA da Terra Indígena Rio Pindaré</title>
		<link>https://ispn.org.br/publicacao/zehamono-ar-pyahyrehe-ywy-tentehar-pinare-pensando-o-nosso-futuro-diagnostico-participativo-para-elaboracao-do-pgta-da-terra-indigena-rio-pindare/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Andreza Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Mar 2025 17:50:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[Fruto da parceria entre o Instituto Sociedade População e Natureza (ISPN), Associação Mainumy, Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e com apoio financeiro da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID), esta publicação apresenta um retrato detalhado da Terra Indígena Rio Pindaré sob a perspectiva do povo Guajajara. Elaborado com a participação ativa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="118" data-end="791">Fruto da parceria entre o Instituto Sociedade População e Natureza (ISPN), Associação Mainumy, Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e com apoio financeiro da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID), esta publicação apresenta um retrato detalhado da Terra Indígena Rio Pindaré sob a perspectiva do povo Guajajara. Elaborado com a participação ativa das oito aldeias do território, do Conselho de Mulheres Wiriri Kuzà Wa, lideranças, Agentes Ambientais Indígenas e outros atores comunitários, o documento combina história, etnomapeamento, etnozoneamento e diagnóstico socioecológico para fortalecer a gestão ambiental e territorial.</p>
<p data-start="793" data-end="1347">O material aborda os modos de uso, organização e proteção do território, evidenciando os desafios enfrentados, como desmatamento ilegal, queimadas, poluição dos rios e ameaças à biodiversidade, além de propor estratégias para garantir autonomia cultural, econômica e política. A publicação também serve como ferramenta educativa e de planejamento, integrando-se ao processo de construção do Plano de Gestão Territorial e Ambiental (PGTA) e reafirmando a luta histórica dos Guajajara pela defesa de seu território ancestral e pelo bem viver de seu povo.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Awa ikukatyha rehe imarakwaha &#8211; Refletindo sobre o bem viver Awa Guajá</title>
		<link>https://ispn.org.br/publicacao/awa-ikukatyha-rehe-imarakwaha-refletindo-sobre-o-bem-viver-awa-guaja/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Andreza Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Mar 2025 17:47:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[Reúne reflexões e análises para apoiar a elaboração dos Planos de Gestão Territorial e Ambiental (PGTAs) das Terras Indígenas Caru e Awá, com possíveis contribuições também para a TI Alto Turiaçu. Produzido a partir das ideias de “desafios” e “caminhos”, o texto apresenta um panorama das profundas transformações vividas pelos Awá Guajá nos últimos anos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Reúne reflexões e análises para apoiar a elaboração dos Planos de Gestão Territorial e Ambiental (PGTAs) das Terras Indígenas Caru e Awá, com possíveis contribuições também para a TI Alto Turiaçu. Produzido a partir das ideias de “desafios” e “caminhos”, o texto apresenta um panorama das profundas transformações vividas pelos Awá Guajá nos últimos anos — desde os impactos da duplicação da Estrada de Ferro Carajás e da implementação de acordos como o Termo de Cooperação e Compromisso (TCC) e o Plano Básico Ambiental — Componente Indígena (PBACI), até as pressões ambientais sobre o leste amazônico no Maranhão.</p>
<p>Entre as mudanças destacam-se a alteração no uso e gestão de recursos, a intensificação de ameaças à fauna e à floresta, a incorporação desigual de bens e hábitos externos e as transformações nas relações sociais, tanto internas quanto com outros povos indígenas, como os Guajajara. O material aponta ainda para a necessidade de enfrentar, de forma permanente, os desafios interligados dos eixos ambiental, social e econômico, buscando caminhos que fortaleçam a autonomia política, a preservação cultural e a sustentabilidade ambiental.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
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